
A Procura da Felicidade: quando a vida aperta, o que sustenta a gente por dentro?
Existem filmes que a gente assiste e pensa: “bonito”. E existem filmes que a gente assiste e sente: “isso poderia ser eu”. A Procura da Felicidade é desse segundo tipo. Porque ele não vende uma fantasia. Pelo contrário: ele encosta a nossa cara na realidade — contas que não fecham, portas que não abrem, cansaço que não passa, e uma responsabilidade que não pede licença. Ainda assim, no meio do caos, o filme faz uma coisa rara: ele mostra que a esperança não é um sentimento fofo. Muitas vezes, ela é uma decisão dura.



